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14/12/2007

Consciencia e ação- Educação ambiental

“Mesmo sem saber o que acontecerá, temos que seguir adiante da melhor maneira possível, sem desvios, no rumo certo. Mesmo sem saber o que acontecerá, devemos participar desta luta. Todos entramos nela por acreditar que é uma luta justa. Se me perguntarem se chegarei à democracia... responderei o seguinte: não pensem no que acontecerá ou não acontecerá. Continuem simplesmente fazendo o que acham certo. Mais tarde, surgirão por si mesmos os frutos do que fazem agora. Nossa responsabilidade é fazer o que é certo”.KYI, Aung San Suu.
Prêmio Nobel da Paz de 1991. Viver sem medo. Rio de Janeiro: Editora Campus Ltda., 1992. p. 179.
Posso não ser capaz de, sozinho, salvar a Amazônia. Tenho condições, porém, de salvar uma árvore. Aquela que é maltratada defronte à minha casa e cuja destruição assisto impassível. Quem conseguir salvar uma só árvore, está salvando a flora inteira.

Talvez nunca possua* as condições ideais para assumir a batalha de salvação do mico-leão. Mas posso alimentar o sabiá que procura alimento junto à minha janela. Se não possuo área para reflorestamento, ao menos posso exigir o replantio de árvore nas ruas, a conservação de praças e jardins, coibir sejam molestados os vegetais e os animais. Impedindo, com isso, o desaparecimento a longo prazo da minha própria espécie.

Cada qual encontrará a melhor forma de atuar para que o mundo não seja, num futuro não remoto, um deserto fuliginoso e morto.

Há um pressuposto válido, suscetível a estimular a atuação ambientalista: não posso compelir o governo a fazer o bem ambiental, mas sou capaz de impedi-lo de praticar o mal ecológico.
Junto ou sozinho?Mesmo quem alega não dispor de tempo, sempre encontrará alguns minutos para ofertar à causa ambiental.

Suponha-se a ausência de qualquer possibilidade de trabalho conjunto. Ainda assim, há sempre espaço e condições para uma postura ambientalmente correta.
Com a torneira aberta, são desperdiçados de 50 a 80 litros de água enquanto se escova os dentes, ou se faz a barba. Abra a torneira somente quando for necessário. Uma torneira aberta deixa correr de 12 a 20 litros de água por minuto. Depende de você não desperdiçá-los.
Para lavar o carro com uma mangueira permanentemente aberta, mais de 600 litros de água são gastos!
Se puder, recolha a água da chuva em baldes e a utilize para diferentes fins. Em nossas cidades cimentadas, sem a terra para absorvê-la, a água da chuva termina nos bueiros, misturada aos esgotos. É um presente do céu, desperdiçado.
Regue suas plantas de manhã cedo. Durante o dia, a evaporação da água é bem maior e, à noite, aumenta o risco de proliferação de fungos; Plantas nativas consomem 54% menos água, são mais saudáveis e não esgotam o solo; Afofar a terra freqüentemente melhora a drenagem, diminui a quantidade de água por rega e afasta os insetos que se alimentam das raízes;
Não utilize pesticidas e, principalmente, não os jogue pelo ralo ou no solo. Eles vão contaminar o sistema de esgotos e contribuir para a poluição das águas;
Se tiver de usar detergente (existem várias soluções alternativas eficientes e não poluidoras), utilize quantidades mínimas e se certifique de que é biodegradável;
Manuseie cuidadosamente os restos de tinta e procure se desfazer deles de maneira racional, dando, por exemplo, para alguém que precise. Lave os pincéis na pia, para que a tinta seja levada a uma estação de tratamento de água. Na terra, a tinta infiltra-se e alcança o subsolo, contaminando o lençol freático. Três litros de solvente, por exemplo, podem contaminar 60 milhões de litros de água subterrânea;
Racionalize o uso de pilhas e as encaminhe às caixas coletoras específicas: elas contaminam fortemente a água e o solo, com mercúrio e cádmio, e a atmosfera, com vapores tóxicos; == Não troque o óleo do carro na rua, ou em oficinas em que não conheça o destino dado a ele.
Óleo jogado no chão pode se infiltrar no solo e contaminar mananciais. Uma lata de um litro de óleo para motor é capaz de poluir um milhão de litros de água potável. Jogar óleo no esgoto (ou na rua, onde acabará chegando ao esgoto) é o mesmo que despejá-lo diretamente num rio, ou lago. E apenas meio litro de óleo é suficiente para gerar umamancha venenosa de milhares de metros quadrados;
Os desinfetantes sanitários, coloridos e perfumados, são levados pelo sistema de esgotos e acabam poluindo rios, lagos e mares;

É dever moral de cada pessoa sensível procurar despertar a consciência de seu semelhante. Seria grave incompreensão acreditar na existência natural de uma egoísta indiferença humana e “que os seres humanos não têm nada a ver em sua conduta mútua, e que só devem inquietar-se pelo bem-estar ou as ações de outro quando seu próprio interesse está em jogo... Os seres humanos devem ajudar-se, uns aos outros, a distinguir o melhor do pior, e a prestar apoio mútuo para eleger o primeiro e evitar o segundo”.
O debate, o conselho e a argumentação, tudo isso permitirá ao próximo a adoção de seu convencimento quanto à determinada tese. No caso, a tese facilmente defensável de que todos são responsáveis pela tutela do ambiente. Aqui também vale a regra quem não é parte da solução, é parte do problema.
Preservar a natureza não é tarefa de rico. A história recente vem demonstrando que os pobres também se preocupam com a defesa do ambiente. Se é verdade que a demanda das amenidades ambientais aumenta na proporção da renda, é menos verdadeiro que os pobres “são pobres demais para ser verdes”.

Dentre as variedades do ambientalismo, há notáveis exemplos de arregimentação de coletividades hipossuficientes em defesa de bens naturais, bastando mencionar Chico Mendes, o movimento dos plantadores de babaçu no nordeste, as quebradeiras de coco, os atingidos pelas barragens, o conflito entre pescadores de várzea no Baixo Amazonas e a pesca industrial dos chamados geleiros.
Retirado do site do Instituto Nina Rosa:
Fonte: Thomas Enlazador Agente a Serviço da Sincronização Biosférica
Você sabe o que é uma RPPN?

Um comentário:

Luis Eustáquio Soares disse...

renata, ficou lido seu blog... ecológico sem ser antropológico, essa besta que nos infesta a todos, como humanos, logo como inumanamente superiores: tragicômico e genocida em potencial e em fazer histórico. Ver de de nos ver em nós o verde do qual partipamos, como bicho humano.
beijos,
luis
meu livro do lezama lima saiu. vc tem alguma sugestão de como lançá-lo e divulgá-lo?