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13/07/2008

Pedra da Cebola: tem gente precisando de corretivo...


Amigos do Brasil, imaginem um lugar lindo, com lagos, jardins, um relaxante espaço zen, onde os pássaros e vários outros animais passeam entre as pessoas, onde você pode ler um bom livro, fazer uma caminhada, assistir palestras, enfim... esse cantinho de sonhos é o Parque da Pedra da Cebola, que fica em Vitória no bairro mata da Praia bem em frente a UFES.
Ontem ao caminhar uma cena que me chamou a atenção, observei os funcionários da SEMAN esfregando, esfregando e lixando a pedra, tentando remover dela resíduos de corretivo escolar.

Conversei com os trabalhadores e eles me disseram que já passaram de tudo, thiner, ácido muriático e variadas lixas, mas nada consegue remover as manchas brancas, desse tal corretivo, da pedra. Um dos trabalhadores comentou que no dia anterior, enquanto faziam o mesmo trabalho, um estudante passou pelo local e mandou uma pérola: "pra que limpar se depois a gente vai sujar tudo de novo?".

Pois é meus amigos, esse é o perfil de alguns estudantes que encontramos por aqui, existem excessões, graças a Deus. Mas não só crianças e adolescentes (estudantes) que fazem esse tipo de bobagem, alguns adultos também dão o mau exemplo. Esses dias tinha um cara escrevendo com um prego numa árvore.

A Pedra da cebola vive cheia de gente em cima, para falar a verdade é uma sensação ficar lá, é lindo. Dá para ver a pista do aeroporto e os aviões chegando baixinho, a cidade e o mar completam o cenário ao fundo.

Há uma coisa na Pedra que eu não sei bem explicar, ela tem, além da beleza, uma energia, acho que é mágica, sempre que subo lá mudanças acontecem. Se um dia eu vir um duende sentado nela eu conto pra vocês.

Um funcionário me disse que a administração pensa em cercar a pedra. Será que esse é o caminho? Bem, a natureza não pode esperar que o homem se emende, que crie juizo e pare de destruir o que é nosso, o que é coletivo, o bem comum, essa preciosidade. Tirando esse triste episódio do corretivo, fica a alegria e o privilégio do acesso, em meio a cidade, a esse refúgio.

O que podemos fazer para que coisas assim não continuem acontecendo?????????????????????
Sites com outras fotos do Parque da Pedra da Cebola:

http://www.agrogemeos.com.br/pedra-da-cebola.html

http://crocha.multiply.com/photos/album/45/Parque_Pedra_da_Cebola

4 comentários:

Sr do Vale disse...

Rê, tenho a impressão que a cada dia as Universidades, formam mais babacas, mantido as devidas proporções, pois a exceções dentro deste contexto, mas aos poucos vemos formados, todo tipo de profissional que escrevem em pedras, em árvores, em esculturas. Mas não escrevem mensagens que tenham algum conteúdo, deixam apenas uma marca que não diz nada com nada, ou apenas queira chamar a atenção.

Quem sabe se tivessem a capacidade de observar as coisas, principalmente a natureza, descobririam que através dela pode se ver além.

Abraços.

Imagens de Barbacena disse...

Renata, só pra ficar na família dos temperos, isso me causa ASCO.

Que jente (é com j mesmo, pra desqualificar essas pessoas) ignorante!

DISCORDO DE VOCÊ QUANDO DIZ:"Pois é meus amigos, esse é o perfil de muitos alunos que encontramos por aqui, nas redondezas, pessoas de classe média alta, sem nenhuma consciência ambiental,claro que existem excessões. Por aqui não são só as crianças que fazem bobagem, adultos também dão mau exemplo."

Não são somente pessoas sem "consciência ambiental", não são somente "estudantes", nem é somente aí, no Brasil inteiro infelizmente isso é mais comum do que se pode pensar.

O brasileiro é mal-educado, não preserva nem o que ele precisa (como os telefones públicos) imagina preservar o meio-ambiente.

Cada dia fico mais revoltado com esse tipo de ação.

Gostei do seu blog e parabéns pelo protesto.

Não podemos nos calar.

renata disse...

Olá Querido amigo(a)
desculpe o gente com "j", aqui vale a "lei" do perdão para gralhas como esta, que no calor da escrita escapolem...
Infelizmente é criança, adulto, idosos depredam a natureza, graças a deus apenas alguns. Pra vc ter uma idéia tem um senhor no meu prédio que odeia as árvores porque, segundo ele, sujam e levantam as calçadas". A ingnorancia (esse foi proposital) é uma doença. Não quiz discriminar os alunos, até porque sou contra qualquer tipo de discriminação, fiz uma constatação, o perfil da maioria de nossos alunos é esse por aqui, mas muitos preservam também, as escolas estão começando a investir em educação ambiental.

Abraços e volte mais vezes, tuas inquietações são muito bem vindas, precisamos delas.
Abraços da capixaba

renata disse...

É sr do Vale, o saber contemporâneo precisa repensar-se, estás corretissimo...
abraços