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17/09/2008

Poema sem título (nº 45)

É obsceno produzir lixo em profusão
degradar a natureza
elogiar a razão indolente
que se estrutura sob o signo da incerteza
É triste não ter colo pra descansar
Ser este ser em confusão
perdido no mar da indiferença
anseando salvação
compaixão
benevolência
um gesto simples
um sorriso
Para aplacar a sede de amor
que se sente na ilha seca em que
cada um de nós se transformou

bairenata

7 comentários:

Sr do Vale disse...

Rê, quantos e quantos poemas mais sem título, terão que vir, até que realmente cesse a degradação da natureza.

abraços

Sr do Vale disse...

Rê, quantos e quantos poemas mais sem título, terão que vir, até que realmente cesse a degradação da natureza.

abraços

Águas de Março disse...

Uma poesia suave, uma beleza delicada.Uma boa semana para você

Ramon Alcântara disse...

O planeta de mundos imensamentes pequenos pede socorro. Uni-verso. Unem-se as mãos. E surge a espera-nça de dias melhores.

abz

Crisfonseca disse...

Olá Renata,
Belo poema. Um grito poética de socorro. Fabuloso.
Beijos,
Cris

renata disse...

Olá amigos, obrigada pela visita e pelos comentários gentis e poéticos...
um ótimo domingo
Re

Meiqing Xu disse...

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