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23/02/2012

Diálogos transnacionais entre Rubén Darío e Florbela Espanca (palestra ministrada na Embaixada do Brasil na Nicaragua)

Rubén Darío (1867-1915)

Florbela Espanca (1894-1930)
A poeta portuguesa Florbela Espanca (1894-1930) e o poeta nicaraguense Rubén Darío (1867-1915) são personalidades literárias cuja relevância das obras e legado de resistência aos discursos autoritários, via poesia, têm despertado na contemporaneidade o interesse, tanto do público leitor, quanto de pesquisadores. Embora tenham nascido em continentes diferentes e cumprido percursos literários singulares, Florbela e Darío compartilharam da mesma modernidade, descrita por Octávio Paz (1990) como sendo tempos de autodestruição criativa , aspecto que pode ser observado no desejo de romper com a tradição e o status quo. Mas as variadas mudanças sócio-políticas e literárias propostas pela modernidade não se ancoraram na negação ferrenha do passado e nem da tradição, mas, na desconstrução e incorporação dos códigos desse passado, daí os questionamentos e contribuições que Florbela e Darío propiciaram à tradição literária. Octávio Paz (1990, p. 37) salientou que a época moderna, que teve início no século XVIII, engendrou aspectos como a diferença, a heterogeneidade e a revolução, nomes que podem ser condensados em apenas um: “futuro ”. Dessa forma, as obras de Florbela e de Dario engendraram aspectos que seriam compreendidos, com maior clareza, apenas por seus contemporâneos. Vejamos o caso de Florbela Espanca, poeta que nasceu em Vila Viçosa, Portugal, e que foi uma mulher extemporânea. A poeta construiu uma obra que é prenhe de encantamento, cujo eu lírico possui a capacidade de se metamorfosear e de jogar com as formas do mundo. Foi buscando conhecer a si mesmo que o eu poético florbeliano desafiou lugares instituídos e a distribuição desses lugares. Florbela trabalhou por meio de sua obra, variados aspectos do universo feminino e a sua poesia possui uma sedução própria da alteridade. A poeta ousou adentrar em um campo tradicionalmente masculino, a literatura, e foi além, ela escreveu poemas que abarcam variadas vozes, e que encontram ressonância no coletivo de diferentes épocas. Florbela cantou o amor, o erotismo, a angústia, o desejo, o sonho, entre outros temas que revelam o seu desejo de fazer dialogar dicotomias. Sua obra é marcada por uma inquietação reveladora que desnuda, tanto a incapacidade de expressão plena do feminino no sistema patriarcal, quanto, as dificuldades de realização profissional e pessoal comuns às mulheres de sua época. A vida pessoal de Florbela Espanca, imantada pelo espírito da insurreição, formou, juntamente como a sua poesia, uma espécie de tragédia da vida privada.
Na America hispânica nos deparamos com Rubén Darío, poeta que nasceu em um pequeno povoado Nicaragüense chamado Metapa. Darío é considerado o príncipe das letras castelhanas e foi um escritor que afirmou o papel do artista nas discussões a respeito da sociedade e da cultura moderna, denunciando de forma irreverente os valores laicizados da sociedade burguesa emergente. Dario registrou poeticamente a desarmonia relacionada à perda dos valores e dos ritos na modernidade, e para tal, lançou mãos de variados suportes. Ele dialogou como a pintura, a música, a ciência, e o pensamento filosófico na tessitura de seus poemas, lançou mão, também, dos mitos. Estes aspectos contribuíram para com a renovação estética da literatura hispano-americana e fomentaram o surgimento do modernismo hispano-americano .
Política e Poética são temáticas que se imbricam de forma especial nas obras de Florbela e de Darío. Florbela Espanca incomodou a estamental sociedade católica portuguesa de sua época com o seu canto, e não é circunstancial que ela tenha se tornado uma importante referência para o movimento feminista. Rubén Darío recebeu duras críticas à sua obra, especialmente por parte dos nacionalistas que diziam que ele escondia um penacho de índio centro-americano embaixo do chapéu francês.
Octávio Paz (1990, p. 13) foi categórico ao afirmar que “a atividade poética é revolucionária por natureza ”, e a poesia, “uma operação capaz de mudar o mundo”. Jacques Rancière (1995) na obra Políticas da escrita afirmou que “a escrita é coisa política. O filósofo não fundamentou essa afirmação apenas no fato de a escrita ser um “instrumento de poder ou a via real do saber”, mas também por ela alegorizar a constituição estética de uma comunidade, ser a forma como esta comunidade partilha o sensível e delimita os seus espaços reais e simbólicos. Assim, política e escrita se inscrevem, de forma radical, no campo da comunidade, permitindo aos grupos sociais designarem o que lhes é comum, e diferenciando o que lhes é particular (RANCIÉRE, 1995, p. 7). A escrita , especialmente a poética, além de coisa política, traça e significa uma redivisão entre as posições dos corpos, sejam eles quais forem, operando uma re-divisão na ordem do discurso e das condições. Os pensamentos de Rancière e de Paz acerca da escrita confluem para a ideia de que no princípio da democracia existe o poder da literalidade.
Florbela Espanca e Rubén Darío foram acusados pela crítica, durante muito tempo, de não terem envolvimento político, mas, se a “uma sociedade dividida corresponde uma poesia em rebelião”, como destacou Paz (1990, p. 41), é possível observarmos nas poéticas de ambos, formas singulares de engajamento que põem em xeque essa alienação. Acreditamos que o engajamento político por parte de Florbela Espanca aconteceu, predominantemente, via poesia. Ao poetizar o universo feminino, Florbela também contribuiu para com a denúncia do silenciamento milenar que marcou o discurso feminino na história. Nas obras anteriores ao livro Charneca em Flor , a poeta dialogou com a tradição dos trovadores medievais, por meio das quadras populares, e com temas como a dor, a saudade e a melancolia. Por meio da interlocução com poetas portugueses como Antônio Nobre, Raul Brandão, Américo Durão, a poeta incorporou a sua poética, a tradição Garrettiana e a Junqueirista, bem como as vozes de Simbolistas como Baudelaire, Verlaine, Samain. Importa-nos destacar a interlocução, ainda pouco pesquisada, realizada por Florbela com o poeta nicaragüense Rubén Darío.
Se a poética de Florbela Espanca rompeu com o ideário feminino de sua época, encontraremos na poética de Rubén Darío uma ruptura com o cânone literário, que contribuirá para com a renovação das letras hispano-americanas e marcará o surgimento do primeiro movimento genuinamente hispano-americano, o Modernismo. As poéticas de Florbela Espanca e de Rubén Darío comungam, tanto na tendência de romper com o status quo, quanto, nas questões relacionadas ao erotismo. Rubén Dario reuniu a tradição neolatina em sua obra dialogando cristianismo e paganismo. Assim como Florbela Espanca viveu as incertezas de um tempo marcado por crises em Portugal, Rubén Darío viu a sua terra natal, a Nicarágua, passar por muitas intervenções políticas, que remontavam a Doutrina Monroe .
Darío possui uma vasta obra que percorre variados gêneros: poesia clássica e metrificada, prosa poética, novela, contos e crônica. O poeta cosmopolita abriu os versos castelhanos à poesia francesa que, processada pelo simbolismo, possibilitou uma renovação dos mesmos e, especialmente, vencendo a resistência da Espanha e enfraquecendo o casticismo . A modernização “à francesa” se apresentou como uma forma de “resistência” e uma “alternativa ao domínio cultural espanhol”, paralelo a este movimento, tomava força um discurso de independência em toda a América Central (FIORUSSI, 2010, p. 43).
O modernismo hispano-americano irrompeu com a “geração de 98”, sem abandonar as suas conquistas formais, dando forma à literatura hispano-americana do século XX. Sob o signo do Modernismo Darío escreveu, em resposta a intervenção dos Estados Unidos no Panamá, em 1903, aquele que é considerado o primeiro grande poema político da literatura latino-americana, o poema A Roosevelt , onde ressoam muitos “nãos”, observemos o fragmento do poema:

[...] Eres los Estados Unidos,
Eres el futuro invasor
De la América ingenua que tiene sangre indígena,
Que aun reza a Jeuscrissto y aún habla en espanhol.

[…]
(DARIO, 2004, p. 71)

Nas “Palavras preliminares” de Prosas profanas Rubén Darío escreveu: “Existe no meu sangue alguma gota de sangue africano, ou de índio chorotega ou nagrandano? Pode ser, a despeito de minhas mãos de marquês; entretanto, vereis em meus versos princesas, reis, coisas imperiais, visões de países longínquos ou impossíveis”. Essa gota de sangue afriacano ou índio, descrita por Darío, ressoará em poetas como Vallejo, Arguedas, Gullén, Carpentier, Rulfo, em Cesaire, em Neruda e Jorge Amado, enquanto a visão de países longínquos ou impossíveis ressoará em escritores como José Maria Egurem, Vicente Huidobro, Jorge Luiz Borges ou Haroldo de Campos. Jorge Luiz Borges afirmaria em 1955: “Nossa pátria é a humanidade” (RETAMAR, 1988, p. 127).
Rubén Darío lançou mão da riqueza e da heterogenia de variados produtos culturais, como a mitologia, submetendo-os a recombinações que alteraram radicalmente seus valores originais, mesclando-os a outros materiais. O poeta desafiou um código fechado, instituído, recodificando, dessa forma, a poesia produzida na América central, ou seja, inserindo novos códigos na poesia hispânica.
Rubén Darío e Florbela Espanca se tangenciam de forma especial no terceiro livro publicado de Florbela, Charneca em Flor (1919). Defendo a hipótese de que, ao escolher Dario como epígrafe da obra Charneca em Flor, Florbela Espanca ultrapassou o desejo de apenas homenagear o poeta, até porque nos seus livros anteriores é possível perceber que os autores escolhidos para as epígrafes, extrapolam este espaço específico atravessando toda a obra. Temas relacionados ao erotismo como a entrega, o corpo transmutado em terra fértil se abrindo em flor, comungam com o universo dariano. É possível, também, perceber que Florbela Espanca e Rubén Darío tiveram interlocuções afins. Ambos beberam da tradição simbolista francesa e do acervo poético medieval; ambos, também, tinham como referências os poetas Verlaine, Eugenio de Castro, Samain, entre outros escritores, valendo ressaltar que Darío era um profundo admirador da poesia de Walt Whitman. Florbela e Darío dialogam não apenas a partir de seus interlocutores, mas dos temas e da forma poética culta e popular, os quartetos e os sonetos.
A possessão erótica, em Dario, é o reencontro consigo mesmo, e em Florbela, como nos faz saber Maria Lúcia Dal Farra (2002, p. 20), o erotismo possui “sinal de menos”, por ser marcado mais pelo “comedimento”, “retiro” e “silêncio”, que pelo “excesso”. A crítica literária explica que:

Para proferir o erótico é preciso derrubar barreiras, estilhaçar a permissão, visto que é de tabu social que se trata – e era assim, pelo menos na época em que Florbela ensaiava fazê-lo. Transgredir é, portanto, a única lei viável para os arroubos sensuais. E depois, sendo a atividade erótica aquela que ocupa por inteiro o sujeito, ou ele deixa de fruir o seu momento prazeroso com o fito de poder comunicá-lo com precisão, ou a ele se entrega desmensuradamente sem direito de voz (DAL FARRA, 2002, p. 20, grifo nosso).

Onde Florbela poderia buscar afirmação para o seu discurso feminino e transgressor se não fora de sua própria casa? A poética de Darío, mesmo com o crescimento desordenado da metrópole, preservou a ordem natural, expressa pela sua “selva sagrada”, onde, a partir de uma articulação de símbolos, forma uma unidade em que os opostos podem coexistir. Na “selva sagrada” dariana os contrários aspiram à unidade, se necessitam e se juntam para reconstituir a sua forma primordial. Já Florbela, faz da “charneca rude” e “sacrossanta”, o seu corpo a florir; este é o seu espaço sagrado, é onde poderá despir-se do hábito de monja, Sóror Saudade, sair da clausura e liberar a força latente e pulsante que, em toda a sua poética anterior, foi ensaiada.
A relação entre as poéticas de Florbela Espanca e de Rubén Darío são, ainda, pouco estudadas, o que nos causa estranheza, pois o conhecimento da obra deste poeta é relevante para uma compreensão da lírica hispano-americana e, no caso em questão, para o entendimento do Livro Charneca em Flor, de Florbela. Esta importância pode ser observada, por exemplo, em um dos sonetos mais conhecidos, traduzidos e musicados de Florbela Espanca, intitulado Amar, que mostra grande afinidade com o poema Amo, Amas..., de Rubén Darío. Este poema de Rubén Darío foi escolhido por Florbela como epígrafe do livro Charneca em Flor. Estes dois poemas dialogam entre si e com outros poemas da literatura mundial.
Na dissertação de mestrado intitulada Vozes femininas: a polifonia arquetípica em Florbela Espanca, Renata Bomfim analisou o diálogo entre os poemas acima descritos. A pesquisadora ressaltou a emergência da voz lírica de Florbela Espanca, sempre coral, de ecos de ecos. Observemos os poemas:

Amar

Eu quero amar, amar, perdidamente!
Amar só por amar; Aqui... além...
Mais este e Aquele, o Outro e a toda gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma primavera em cada vida;
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz foi pra cantar!

E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
(ESPANCA, 1996, p. 232).

 
Amo, Amas

Amar, amar, amar, amar siempre y com todo
El ser com La tierra y com El cielo,
Com lo claro Del sol y lo obscuro Del lodo.
Amar por ciência y amar por todo anelo.
Y cuando La montaña de La vida
Nos sea dura y larga, y alta, y llena de abismos,
Amar La inmensidad, que ES de amor encendida,
Y arder em La fusión de nuestros pechos mismos....
(ESPANCA, 1996, p. 207).

Dario compôs o poema Amo, Amas, após ler Plotino e em dialogo estreito com Victor Hugo e Charles Guérin, escritores que persistiram na repetição de caráter afetivo. Florbela Espanca segue um fluxo vocal em sua poética, abarcando a partir da voz de Darío, também as vozes de Plotino, Hugo, Guérin, etc., o que reafirma a polifonia da sua poética, bem como sua relação de abertura radical para a alteridade e a linguagem.
Em Hipólito de Eurípedes a voz do coro que clama: “amor, amor”... “Eros, Eros”. O coro também se faz ouvir em Garliaso (soneto XXVII): Amor, Amor... e Gerin repete três vezes, amar: “Une voix murmurait dans l’ombre:/ Amour! Amour! Amour!” (MASSARO, 1954, p. 273). Arturo Massaro ressaltou que, para Darío, a doutrina do amor é: “exaltação universal, é romântica: aspiração de amor indefinido, filantrópico” é “amor universal, sem ser graça ou caridade, abarca as antinomias do que se pode ou não amar, e do que se deve ou não se deve amar.”
Florbela e Darío cantam o desencontro, o eu poético florbeliano, no soneto Versos de orgulho é uma “Princesa” entre “plebeus”, presa, “numa torre de orgulho e de desdém”, princesa com asas, com possibilidade de voar e ascender aos céus, asas que os outros lhe invejam porque não as possuem (ESPANCA, 1996, p. 210). Darío, por sua vez, em Canción de Otonõ busca a sua princesa, mas não há princesa para cantar: “Mi sede de amor no tiene fin” e busca entre “Herodias y Salomé”, a princesa. “En vano busqué a la princesa/ que estaba triste de esperar/ La vida es dura. Amarga y pesa./ Y no hay princesa que cantar” (MASSARO, 1954, p. 227-228).
Destaquei na minha pesquisa de mestrado intitulada  Vozes femininas: a polifonia arquetípica em Florbela Espanca, que Florbela travou, através de sua poesia, um embate com outros discursos, no caso, vozes que ultrapassaram fronteiras e continentes, e que a poética florbeliana é uma resposta a estes outros enunciados (BOMFIM, 2009, p.143). Darío diz no poema  A uma estrella, do livro Azul: “Princesa del divino imperio azul, quem besara tus lábios luminosos!, o eu poético se define como “el enamorado estático” que sonha e canta em seus sonetos “tu místico florecimiento”, revela o desejo de compor para a amada “um poema sideral, [...] ser tu amante ruiseñor, e darte mi apasionato ritornelo, mi etérea e mi rubia somadora” ele diz que a luz de sua musa “hace cantar a los poetas”, chama-a de “peral en el Océano infinito, flor de lis [...] (DARÍO, 2009, p. 133-34). Darío clama por uma musa, uma princesa que possa cantar, aquela que será luz a guiá-lo, Florbela responde: “E fui aquela que habitou Paços reais;/ No mármore de curvas ogivais/ [...] Tantos poetas em versos me cantou” (ESPANCA, 1996, p. 68).
Defendemosa existência de uma responsividade entre as poéticas de Florbela Espanca e de Rubén Darío no livro Charneca em flor, de Florbela e ratificamos que a poesia atuou como estratégia de resistência para estes autores. Florbela Espanca e Rubén Darío conquistaram um lugar de destaque no cânone literário depois de muitos conflitos com a ordem política e ideológica dominante.

 
Referências:

* BOMFIM, Renata Oliveira. Vozes femininas: a polifonia arquetípica em Florbela Espanca. 2009. 142 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Espírito Santo, 2009. Centro de Ciências Humanas e Naturais.
* CABEZAS, Juan Antônio. Rubén Darío: um poeta y uma vida. Buenos Aires: Espalsa-Calpe, 1954.
*DARÍO, Rúben. Autobiografia: oro de Mallorca. Introduccíon de Antonio Piedra. España: Mondadori, 1990.
*DARÍO, RUBÉN. Cantos de vida y esperanza. Madrid: Alianza Editorial, 2004.
*DARÍO, Rubén. Quarenta e cinco poemas. Disponível em . Acesso em 21 de dez de 2009.
*ESPANCA, Florbela. Poemas Florbela Espanca. Estudo introdutório, edição e notas de Maria Lúcia Dal Farra. Martins Fontes. 1996.
*ESPANCA, Florbela. Afinado Desconcerto: (contos, cartas e diário). Estudo introdutório, apresentações, organização e notas de Maria Lúcia Dal Farra. São Paulo: Iluminuras, 2002.
*FIORUSSI, André. Jóias novas de prata antiga: Artifício e versatilidade na poesia de Rubén Darío, São Paulo: FFCH/USP, 2010. (Coleção Produção acadêmica premiada)
* GONZÁLEZ, Mirza L. Literatura revolucionária hispano-americana. Madrid: Editorial Betânia, 1994.
* MASSARO, Anturo. Ruben Dario y su creación poética. Bueno Aires: Kapelusz, 1954.
* PAZ, Octávio. El arco y la lira. 7. Ed. México: Fondo de Cultura Econômica, 1990.
* RANCIÈRE, Jacques. Políticas da escrita. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995. (Coleção Trans
* RETAMAR. Roberto Fernández. Caliban e outros ensaios. Prefácio de Darcy Ribeiro. São Paulo: Busca Vida, 1988.

*Olá amigos, este texto é o resumo de um artigo que  apresentei no Colóquio Internacional Florbela Espanca, em dezembro de 2011, e  está sendo publicado na Revista Portuguesa Calipolle.

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