* Hello, my friends! welcome to letra e fel! If you like this space, please share it with your friends.
* Dzień dobry, drogi czytelniku, witaj w blogu Letra e Fel! Dziękujemy za wizytę. Jeśli nasz blog ci sie spodobał, poleć go swoim znajomym.
*!Hola! , amigo lector. Sea bienvenido y si le gustó mi blog, recoméndelo a sus amigos!
*Cher lecteur, soyez le bienvenu! Veuillez conseiller notre blog à vos amis si vous l'avez aimé. Merci beaucoup!

10/02/2013

ALEXANDRE MAGNO ENTRE A HISTÓRIA E A POESIA MEDIEVAL (artigo de Ester Abreu Vieira de Oliveira)

Resumo: Objetivo mostrar o relato da figura mítica e histórica do rei da Macedônia, Alexandre o Grande, com base na apresentação de Plutarco, Cesar Cantú e do clérigo poeta do século XIII, autor da obra Libro de Alexandre.
Palavras chave: Idade Média. Poesia. História. Alexandre Magno.
 
Resumen: Planteo presentar el relato de la figura mítica e histórica del rey de Macedonia, Alejandro Magno, con base en la presentación de Plutarco, César Cantú y del clérigo poeta del siglo XIII, autor de la obra Libro de Alexandre.
Palabras clave: Edad Media. Poesía. Historia. Carlos Magno.
 
ALEXANDRE MAGNO ENTRE A HISTÓRIA E A POESIA MEDIEVAL

À figura mítica de Alexandre Magno, é designada a descendência paterna da raça de Hércules e da materna do sangue dos Eácidas. A história de Alexandre Magno foi um tema de ampla popularidade na Idade Média. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo também o Egito e a Báctria (aproximadamente o atual Afeganistão).
Seu império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, nunca perdeu nenhuma batalha e a expansão territorial que ele proporcionou é uma das maiores da história. Além disso era um homem de muita coragem pessoal e de reconhecida sorte.
Segundo Plutarco, Alexandre nasceu no sexto dia de junho no dia em que foi incendiado o templo de Diana, na cidade de Éfeso. Considerando-se assim o seu nascimento de presságio para um futuro vitorioso. Plutarco descreve Alexandre como doce e humano na vitória e áspero e valente em combate e como possuidor de uma tez clara, de odor agradável e de olhar doce. Era generoso, valente, amigo, liberal, magnânimo e de caráter impetuoso. Veemente em todas as coisas menos com as mulheres, era sóbrio com os prazeres do corpo. Era cortês e não gostava de promover festas de torneios de corridas de cavalos e carros, mas festas nas quais se ofereciam prêmios aos atores, aos tocadores de flautas e de cítaras.
Ainda jovem foi alvo de admiração dos embaixadores da Pérsia por sua cordialidade e inteligência, bem como do pai e dos escudeiros quando domou o feroz cavalo Bucéfalo que o acompanhará nas batalhas. Foi discípulo de Aristóteles, o mais famoso e mais sábio filósofo da época, e com ele aprendeu as ciências morais, políticas e especulativas e despertou o seu gosto pela medicina. Tinha como livro de cabeceira a Ilíade de Homero, na versão de Aristóteles, obra considerada como guia da arte militar. Aos 20 anos, em 336 AC., com a morte de seu pai, Felipe, Alexandre lhe sucedeu à coroa da Macedônia. Fez grandes façanhas com brilhantes vitórias. Em sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Grancio ficou com o controle da Ásua Menor a atual Turquia. Conquistou o Egipto e Tiro. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III,, rei dos persas e dos medas, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa, tomou fortalezas, matou reis, chegou ao Oriente, o limite do mundo na época,  unindo com essa peripécia etnias diversas, respeitador dos derrotados, enriqueceu-se com os despojos das guerras e, com seu exército submeteu diferentes nações. Fundou cidades entre elas Alexandria, que viria a se tornar o maior centro cultural, científico e econômico da Antiguidade. Caiu enfermo, depois de doze anos de intenso combate, e, sentindo que a morte se aproximava, dividiu os seus Estados entre os nobres que o acompanhavam. Tinha planos de fazer mais conquistas e de invadir a Arábia e as regiões ao norte do Império Persa.
A personalidade de Alexandre é vista de modos diferentes. De um lado como um homem de visão, extremamente inteligente tentando criar uma fusão entre oriente e ocidente, numa visão de um perfeito cavaleiro, por outro lado, homem instável e sanguinário. Mas sua figura tem persistido na história e nos mitos até os nossos dias. Lendas, poesias, contos, romances se inspiram em suas conquistas e fazem permanecer sua figura na tradição literária.
Nos primeiros séculos desse período e nos domínios do antigo Império Romano, a língua utilizada era o latim, porém modificado nas línguas romances. Esta é a razão de a literatura em língua romance só se desenvolver depois do século XI.  Mas, como em todos os tipos de literatura a poética antecede à produção literária em prosa, na literatura espanhola, que inicia na Idade Média com a evolução do castelhano, a partir dos séculos VIII e IX, não ocorreu diferente.
A obra literária surge em determinada situação cultural para que fosse escutada ou lida pelas pessoas da época, mas depois, com o passar do tempo, tornou-se parte da herança espiritual de um povo. Porém é a poesia que será o intérprete mais fiel da cultura, da vida em que ela se desenvolve.  Ela será o signo informativo de suma importância, pois na primitiva Idade Média não existe compreensão do que é novo, luta-se pelo que é velho e tradicional, e a literatura será o signo simbólico de informação principal, o instrumento testimonial da circunstância cultural na qual surgiu.
Nos séculos VIII e IX, apesar de as pessoas cultas seguirem escrevendo em latim, porque elas consideravam o castelhano (uma das línguas romances) como uma língua vulgar, isto é, sem valor, o povo sentia necessidade de cantar em sua própria língua. Por esta razão as primeiras amostras da literatura espanhola são umas breves canções chamadas jarchas, que chegaram até nós, por meios de obras de alguns poetas árabes ou hebreus que, as ouvindo dos cristãos, os quais com eles conviviam (os mozárabes), as inseriram em suas obras, deixando-as na língua original.  Essas são as poucas obras literárias em língua “romance”, escritas com signos dos alfabetos árabe e hebreu, da Andaluzia árabe. As transmissões das obras literárias, a princípio, não eram feitas por escrito. Alguns artistas eram responsáveis por publicar essa cultura oral, esses artistas eram os aedos e rapsodos (entre os gregos), os bardos (entre os celtas) e os jograis (entre os povos românticos medievais). 
A primeira forma de discurso que aparece, dos séculos XI a XIV, relatando a vida das pessoas e dos povos, e que era cantado nos castelos e/ ou praças públicas, é a narração de façanhas de heróis e de antepassados em forma de poemas épicos (epopeias, cantares de gesta ou romances), inseridos numa “escola literária” popular que denominam Mester de Juglaría. As obras, de transmissão oral, eram, principalmente, líricas e veículo de conhecimento da verdadeira literatura tradicional de um povo iletrado. Seus divulgadores eram os jograis. Os poemas narrativos tinham tema guerreiro. Os versos eram irregulares e de rima assonante e em contínuos versos monorrimos.
Quanto às narrativas que se encontravam nas novelas de cavalaria, que foram traduzidas do francês, vieram para a Península Ibérica no século XIII, existiam três ciclos que englobavam todas as novelas de cavalaria, porém somente um ciclo (ciclo bretão ou artusiano) obteve uma grande popularidade na Península, sendo a primeira obra da prosa literária, A Demanda do Santo Graal, considerada um grande romance da busca do cálice sagrado, por isso esse nome demanda (busca) santo graal (cálice sagrado). Essas novelas são ricas em aventuras e heróis cavaleirescos valentes, sempre envolvidos numa vida também rica de perigos e malfeitores, que servem para destacar o poder de decisão e coragem dos herois. Dos ciclos, o Clássico (Greco-Latino): consta de narrativas ao redor do Cerco de Tróia e das Gestas de Alexandre Magno, levando para a Idade Média os lugares e os heróis da Antiguidade, que estavam medievalizados em todos os seus hábitos.  O Bretão (Arturiano): originário da Inglaterra, registra os feitos do rei quando na luta contra os sax Artur e os seus cavaleiros. (Os Cavaleiros da Távola Redonda). A narrativa mais conhecida é A Demanda do Santo Graal de temática religiosa. O Carolíngio: narra os trabalhos heróicos do rei Carlos Magno e os Doze Pares de França, especialmente quando na luta com os saxões. Desses ciclos destaca a novela Amadis de Gaula, de autor ibérico, em que se registra o heroísmo do bretão Amadis que, por ser do país de Gales, recebe o complemento Gaula, daí o nome "Amado de Gaula". A literatura espanhola, propriamente dita, surgiu no século XIII.  Um dos fatos de ter atrasado esse surgimento, ou o desenvolvimento cultural, foi a reconquista do território da Espanha, depois da invasão árabe. Primeiro devido a certo afastamento da Espanha com os outros paises europeus e depois devido a que não se dava muito importância à cultura. Os reis e a fidalguia (cavaleiros) se preocupavam com as artes da política e das armas e a burguesia, à exploração da agricultura. A cultura (o saber) se concentrava nos mosteiros.
Na literatura espanhola, como em outras românicas, as obras em língua romance, escritas desde a origem até o século XIV, se desenvolveram no meio de uma florescente literatura latina, cujas fontes e raízes provinham da antiguidade clássica. Os autores de obras, que conheciam a literatura grega e romana, os clérigos, conheciam também a língua romance, a falada pelo povo, e, na criação de suas obras, com o objetivo didático, eles escreviam em língua romance, mas utilizavam uma técnica análoga à da que se empregara no latim clássico e assuntos provenientes dessa literatura. Os autores preferidos era Ovídio e Virgílio, seguidos de Sêneca, Horácio, Esopo, Terencio, Plauto, entre outros. Os clérigos nem sempre eram monges e, como na Idade Média, poucas pessoas tinham cultura e a maioria era analfabeta, às pessoas que tinham cultura, isto é, que em sua educação se incluía o latim, mesmo não sendo religiosos, eram designadas com o nome de clérigos. Estes, do século XIII ao XIV, conscientes de que a maioria das pessoas não entendia o latim, decidiram escrever em castelhano (língua romance), pois tinham a intenção de instruir e transmitir seus conhecimentos para essas pessoas. À forma poética que escreviam as suas obras e ao conjunto delas chamaram de Mester de Clerecía. As obras não eram mais anônimas e o poeta transmitia, em uma linguagem culta, os temas religiosos (vidas de santos ou milagres da Virgem) e vidas de personagens históricos, inspirados na tradição grega e romana, em estrofes chamadas cuaderna via, ou tetrástrofo monorrimo. Eram as estrofes formadas por quatro versos de 14 sílabas, (alexandrinos), divididos em dois hemistíquios, com rimas consoantes. O nome, derivado do quadrivium, serviu para designar a estrofe. Quanto à palavra Mester também vem do latim, Ministerium, (oficio). Queriam os clérigos criar a sua obra de maneira diferente da dos jograis e tomavam como base delas as obras já escritas em grego ou latim, por isso o que narravam consideravam verdade. No princípio do Livro de Alexandre, aparece esse desejo de escrever uma arte superior à dos jograis pela qualidade artística, pela técnica da poesia e pela aprendizagem:

Mester traigo fermoso, non es de joglaría
mester es sinpecado, ca es de clerezía,  
fablar curso rimado por la quaderna vía,
a sílabas contadas, ca es grant maestría.

 Qui oir lo quisiere, a todo mi creer,
avrá de mi solaz, en cabo grant plazer,
aprendrá buenas gestas que sepa retraer,
averlo an por ello muchos a connoçer.

             O tema desenvolvido mostra que a literatura da clerecía não se apropriava só com temas religiosos, mas de outros assuntos da literatura européia. O fato histórico que proporcionou o aparecimento e desenvolvimento do Mester de Clerecía foi o IV Concílio de Letrán, sob o papado de Inocêncio III, que indicava medidas culturais e literárias, como professor de gramática e teologia em cada catedral, o apoio do estudo do latim e o desenvolvimento de uma literatura didática. Os difusores deveriam ser os clérigos, senhores da cultura, que recorreriam à literatura de conhecimentos religiosos e de outros assuntos, à historia ou diversas culturas, como as orientais desde que se fossem adaptadas ao cristianismo e que tivessem como base os exemplos da Bíblia.
Nesse panorama cultural surge um livro de versos na primeira metade do século XIII, El Libro de Alexandre. As numerosas crônicas, poemas e lendas desse herói da Antiguidade proporcionaram o aparecimento de um amplo corpus referencial do qual o poeta espanhol pode estudar a vida de Alexandre. Alguns estudiosos da Literatura medieval, como Raymond Willis, identificaram o cuidadoso estudo das várias fontes, nas quais o erudito poeta medieval se apoiou. A figura de Alexandre Magno fascinou os clérigos porque nela se reuniam valor e sabedoria. O Libro de Alexandre, de autoria questionável. O poeta pretende narrar a vida de Alexandre Magno com o fim de servir de modelo de um bom cavaleiro, ainda que não seja um cristão, destacar o valor da “veracidade” da obra escrita e assinalar que Alexandre era valente e guerreiro, mas era um homem culto, pois sabia ler e escrever. Desde os sete anos teve os melhores professores vindos da Grécia:
 
El padre, de siet`anos, metiólo a leer,
diól maestros honrados, de sen e de saber,
los mejores que pudo en Greçia escoger,
quel en las siete artes sopiessen enponer.

E aos quatorze, Alexandre já era um homem culto, que sabia gramática, lógica física, em fim todas as sete artes e disse a seu professor Aristóteles que já tinha todo o conhecimento que era necessário: “Assaz sé clerezía quanto m`es meneter”. O poeta, por sua vez, não vai cantar feitos heróicos, de divulgação oral, como faziam os jograis, mas lerá textos que estão em livros, logo “verdades”:

Quiero leer un livro d`un rey, noble, pagano,
 que fue de grant esfuerço, de coraçón loçano,
conquiso tod`el mundo, metiólo so su mano;
terném, si lo cumpliere, por non mal escrivano.

 Del príncep`Alexandre que fue rey de Grecia,
que fue franc`e ardit, e de grant sabiodençia,
vençió Poro e Darío, dos reys de grant potençia,
nunca con avol omne ovo su atenençia.

 Sempre os bons augúrios acompanharam Alexandre, desde o seu nascimento:
“grandes signos contieron quand`est`infant naçió; El aire fue cambaido, el sol escurreçió”.
Ainda que o poeta narre um mundo de lutas a.C., muito antes de seu século, com batalhas e vitórias, ganhos de um lado e perdas de outro, utilizando os verbos no pretérito imperfeito e pretérito indefinido, esse mundo narrado torna-se mais aproximado do leitor/ouvinte, pela metáfora temporal:
Ya echava las tréguas a Dario e a Poro,
ya partié a quarterones la plata e el oro;
 mayor tenié la gorga que semejava toro,
 non treguava en el siglo a judío nin moro.

Ya contava por suya torre de Babilón,
India e Egipto, la tierra de Sión,
África e Marruecos, quantos regnos y son,
quanto que Carlos ovo bien do el sol se pon.

Mesmo narrando a vida de um imperador e guerreiro pagão, o clérigo não deixa de seguir a proposta didática e cristã, objetivo da clerecía, uma das características das obras do seu século, e despertar no ouvinte o amor a Deus. Essa percepção da realidade histórica era própria desse período da Idade Média:

En poder vil omne no metas tu fazienda,[8]
ca dart´a mala çaga, nunca prenderás emienda,
falleçert´a la cueita como la mala rienda,
echart´ a en lugar onde Dios te defienda.
[...]
Quando fueres alcal siempre judga derecho.
Non te vença cobdiçia, nin amor nin despecho;
Nunca mucho non quieras gabarte de tu fecho,
Que es grant liviandat e non yaz`y provecho.

[...]

Si bien quisieres dar, Dios te dará que des;
si non ovieres oy, avrás d`oy en un mes;
qui es franc`e ardit, a es tienen por cortés;
qui pued´e non quier dar non vale nulla res.

Se bem o clérigo poeta propunha escrever a vida de Alexandre, de uma forma compreensível a seu leitor/ou ouvinte medieval, insere na obra anacronismos e digressões de temas variados, que fazem jus à sua formação erudita. Não porque desconhecesse a diferença entre a realidade histórica e a percepção histórica de seu público, pois o poema em muitos aspectos demonstra e fecunda medievalização do clérigo poeta, mas devido a seu desejo consciente de ficcionar a história, a religião, os negócios, a monarquia e, em fim, todos os aspectos da cultura antiga.  É devido a esse seu desejo que narra a Guerra de Tróia, descreve objetos artísticos, descreve cidades, faz descrições geográficas e zoológicas, anteriores a Alexandre, narra a fabricação mítica da espada de Alexandre: “La espada era rica, que fue muy bien obrada,/ fízola don Vulcán, óvola bien temprada”.  Pode-se dizer que este livro está na fronteira entre a literatura e a história, pois a relação entre ambas é muito difícil de estabelecer. Às vezes, na Idade Média, o argumento de uma obra se baseia na vida e nos feitos de um personagem histórico, mas os fatos podem estar modificados, pois é relativo o valor de sua historicidade na literatura dessa época.  Enfim essa obra está escrita com a utilização da cuaderna via. Compõe-se de 2.675 estrofes e 10.700 versos. Nela percebemos, em sentido geral, que a literatura castelhana da Idade Média não só se dedicava a temas locais e religiosos, mas podia tomar como assunto os grandes temas da literatura europeia de sua época e, pela relevância das fontes e pelos assuntos tratados, pela grande erudição que mostra o poeta, este é um livro de grande interesse para a época, ainda que o leitor moderno se choque com o processo de transversão medieval de um material clássico e se veja um poço afastado da leitura pela língua romance, por algumas ações hiperbólicas singelas da narrativa do poeta, como: “Tant  corría el cavallo que dizián que bolava;”.


REFERÊNCiAS:

-CANTU, Césare, Alexandre Magno. In: ____. História Universal, São Paulo: Editora das Américas, 1952, v. 2,  p. 453-480.
-LÓPEZ ESTRADA, Francisco. Introducción a la literatura medieval española. 3a. ed. renovada. Madrid: Gredos,1966.
-Disponivel em: http://www.cervantesvirtual.com/obra/libro-de-alexandre--0/
-PLUTARCO. Vidas dos homens ilustres. Tradução de Carlos Chaves. São Paulo: Editora das Américas, 1963, p. 9-166, v.2
-SOLOMON, Michael R; Juan Carlos  TEMPRA. NOMODOS DE PERCEPCIÓN HISTORICA EN EL LIBRO DE ALEXANDRE. Disponível em: http://digitalcommons.providence.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1198&context=inti&sei- redir=1#search=%22descargar%20libro%20de%20Alexandre%20Magno%20mester%20de%20clerec%C3%83%C2%ADa%20gratis%22

 
Ester Abreu Vieira de Oliveira, no Estado,  é professora da Ufes (PPGL – Doutorado e Mestrado), membro do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, da Academia de Letras do Espírito Santo, da Academia Feminina Espírito-santense de Letras; da Associação de Professores de Espanhol do Espírito Santo e do Conselho Estadual de Cultura e do Conselho Municipal de Cultura.

Nenhum comentário: