* Hello, my friends! welcome to letra e fel! If you like this space, please share it with your friends.
* Dzień dobry, drogi czytelniku, witaj w blogu Letra e Fel! Dziękujemy za wizytę. Jeśli nasz blog ci sie spodobał, poleć go swoim znajomym.
*!Hola! , amigo lector. Sea bienvenido y si le gustó mi blog, recoméndelo a sus amigos!
*Cher lecteur, soyez le bienvenu! Veuillez conseiller notre blog à vos amis si vous l'avez aimé. Merci beaucoup!

24/04/2013

RENATA BOMFIM, RETRATO ACTIVO, POR PEDRO SEVYLLA DE JUANA


En el principio era el símbolo, y el símbolo estaba cargado de energía. El símbolo global albergaba símbolos más pequeños y, estos, símbolos individuales. El conjunto era un mosaico simbólico de una belleza sublime.
 El Demiurgo se complacía en la sublime visión del mosaico de símbolos. Lo imaginó real y obró en consecuencia. Al símbolo del sol le dio masa y lo llamó Sol. Procedió del mismo modo con todos los símbolos. Los llamó Tierra y Luna, y Cielo y Suelo, y Día y Noche, y Mar y Río y Peces, y Aire y Águila, y Caballo y Árbol y Roca, y Mujer y Varón.
Terminada esa tarea ingente, el Demiurgo enunció unas normas destinadas a mantener el Equilibrio y la Armonía. Las llamó Leyes Naturales, y se sintió satisfecho. El paso del Tiempo con su roce constante, ese Devenir dinámico, ocasionó holguras entre los pedacitos que formaban el Mosaico; y ya nada fue como al principio.




RENATA BOMFIM, RETRATO ACTIVO

Se miraba Renata Bomfim, joven poetisa capixaba, en el agua del manantial donde lava su cara; y el agua se movía mostrando un rostro móvil, un retrato activo. Conoció, la joven artista brasileña el origen del mosaico universal y, en busca de la belleza primigenia de los símbolos, se dirigió al principio. Del símbolo hizo pieza de su mosaico poético, de su mosaico artístico, y embelleciendo su entorno avanza: Transitei por mundos ignorados. /Abracei, com amor, os corpos celestes,/ Reencenei a criação do mundo…/Vi uma imagem refletida/ Na superficie dolente de um lago,/ (Era a minha).
Buscadora de oro en los cauces auríferos, sabe Renata Bomfim que no es oro todo lo que reluce: Le pregunto acerca del proceso artístico y poético seguido, y me dice: “Estou muito encantada e feliz em ter o seu olhar sobre a minha arte. Geralmente as pessoas esquecem que também sou artista plástica. Embora neste momento me dedique apenas a poesía, entre os anos de 1995 e 2000 eu trabalhei como mosaicista e design de joias. O mosaico “alegria” é feito com cristais e ágatas brasileiras, ele é uma ode ao momento, um altar para Chronos, deus do tempo. As jóias mosaico são uma tentativa de colocar o cosmo no colo das mulheres, uma evocação ás formas e a energia da natureza… Eu sofri um acidente automobilistico (um big bang que sobrevivi), e fiquei impossibilitada por dois anos de fazer mosaicos. Então, passei a estudar teorias que não exigissem tanto do meu corpo, estudei arteterapia, psicologia junguiana, psicossomática; e todos os caminos que arrisquei seguir me levaram a poesia. Hoje estou completamente recuperada. Bem, eu pinto por prazer mas me sinto mosaicista, e fui aluna e amiga de uma grande mestre, que é considerada a mãe do mosaico brasileiro, o nome dela é Freda Cavalcanti Jardim: morreu em 2000. Me dediquei ao mosaico, e dentro do mosaico, ao vitral e a joalheria., le encaminho um link com alguns trabalhos, uma parte muito pequena do que produzi. Tenho joias espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Mas, isso tudo me parece tão distante, não sei dizer o por quê… Tudo o que faço é mosaico, até mesmo os poemas são poemas-mosaico”.
La poesía es para Renata Bomfim el estaño que une las piezas en el colorido vitral de su vida: ir, abarcar, progresar, dejar huella, mejorar lo existente, trasformar, crear, amar y ser amada: Poesia é / a palavra / dando cria,/ germinando,/brotando…Sou um soneto/que aquela poeta cantou/ fazendo vibrar a alma…. Vem buscar a palavra./ As letras estão espalhadas/ pelo meu ventre… Busco alento na poesía… Transita no ritmo/ Explode e goza num grito: Poesia!…Ser poeta é cantar alto/mesmo com a voz embargada/…El poeta, ser plural, asume su propio papel y lo desarrolla con todo el saber y entender: É um mago condenado./ É tantos e todos que é ninguém. Por eso necesita: Banhar-se na chuva mansa, regozijar na tempestade/ e dormir ao relento, onde o frio adensa;buscar veios de ouro e água doce no deserto.
Renata Bomfim parte de la consciencia de Ser, de Existir; punto de apoyo de su palanca. Es y existe integrada en el Universo en expansión, piedrecita del mosaico universal, mas piedra viva y pensante: Eu sou pedra bruta/ girando na ciranda viva… Sou toda bruma/ rio a deslizar pelos penhascos…Amo cada centímetro desse chão,/cada fungo, cada insetoraízes brotam do meu peito e/ saem pela minha boca…Ó felicidade de entender, maior que a de imaginar ou a de sentir! Se esfuerza a diario para ser esa piedra diferenciada que encaje a la perfección en el lugar previsto del mosaico; diseño predefinido entre la naturaleza y ella. Para la poetisa y artista capixaba, primero fue el mapa, y con él se trazaron los caminos entre montañas, bordeando ríos: Sigo, amor, numa luta ferrenha/ para ser eu mesma. Encaixando os meus fragmentos/ nas partes do mundo que cabem… Sou eu buscando ar, espaço, acolhida,/ tentando ser gente, precisando de amor…Sou toda dissonância/ Mas busco harmonia/ equilíbrio,/ beleza, cor…
Es río Renata Bomfim, río que discurre hasta el mar. Un mar que puede no ser el fin sino el principio de lo nuevo que busca: As ondas me constituem… Bebi sonhos,/Me alimentei de ternura,/ O Sol se curvou por um momento/ O tempo sorriu para mim… A minha alma anseia,/ ao som do mar, e a luz do céu profundo, ver brotar de ti poesía…Estive olhando o mar/ no horizonte./ Uma linha perfeita/ como jamais serei. Camina, navega, explora y, en las bifurcaciones, quisiera abrir un atajo nuevo en medio de las sendas existentes: mas logo me interroga/a bifurcação…Voo inaugural para uma nova existência. Rehacerse, reinventarse sin dejar de ser ella, sumando a lo ya conseguido: Adquiri habilidades:/Me disfarço,/ Me misturo,/Posso até desaparecer…
Es consciente de existir siendo mujer; más aún, siendo hembra: pieza esencial de la continuidad humana: Sou mulher, portanto,/ a minha alma cintila/, comunga e dialoga / com todas as estrelas ….Nem esposa nem amante,/Namorada!/ É o quero ser/ Sonho com o estado de graça/ da mulher que não tem dono,/ que tem asas/ que deliciosamente ameaça voar. Cumplidos en ella los designios de quien todo lo propicia, descansará: até que a noite a cubra /com seu manto de prata. Se une a las iguales por pura hermandad: E eu amo a todas elas!…Nos unem os ciclos da lua,/ a terra do corpo que vibra… Mãe e amante de tudo que vive e respira

El hombre, fecundador imprescindible, con frecuencia se erige en dueño y señor: Mas o homem não entendeu…Finjo ser…Aquela que precisa ser protegida… Pero ella le quiere amante, compañero, colaborador, amigo: Quero abraçar teu desamparo./Ser tua gêmea, invertida… Arrancas de mim a máscara / sem que eu tenha medo…Companheiro,/ Vamos conjugar verbos…Subverter o alfabeto…Gozar nas texturas plurais.
Canta a la sensualidad y su canto es apremiante. Cava o meu chão e/ planta a tua semente…Habitei o templo da luxúria…O tátil se apoderou de mim!…Te submeto aos meus desejos mais indecentes…Sou terra úmida/ à espera da tua semente, como se fosse a última….lascivos e exaltados,/ nos devoramos até não sobrar nada…Mulher, fêmea, / meu nome/ é prazer….
La soledad y la búsqueda en la artista integradora, se hacen cuestión vital. Busca fuera lo que tiene dentro; y lo busca para llenarse de lo que ya está llena: Sinto fome de infinito…O vazio me invade:/ Resto plena de tudo o que não sou eu…Ser poeta…É buscar o outro/ e encontrar a si mesmo… A solidão é um abismo/ e guarda uma paz preciosa!…Busco Ítaca!/ Busco a minha alma/ na alma daquela que tece à espera… En ocasiones, alcanza consciencia de su propia diversidad y, aunque en broma, se siente completa: Confeccionei bibelôs em gesso,/ elaborei mosaicos dos infernos,/ tão belos que Gaudí invejaria./ Criei joias, contei histórias, pintei, / bordei, toquei violão, fiz mandingas,/ macumbas. Aprendi dança de salão, /dança do ventre, escrevi versos.
La autora del poemario Mina, ama al otro, al congénere, al amigo fraterno, al desconocido sospechado: onde o amor impera, o/ sacrifício é sacro, é santo,/ ofício de doação per se./ Que surja uma nova era,/a era das rosas, era de ouro, /era de mim e do outro, era de nós…. Despertar os sentidos/ adormecidos/ ser um deles…ser um com ele/ um com ela…Somos um todo!… Quero abraçar teu desamparo, sim! / Acolher a dor que mora dentro,/ curar as chagas, deixar ir. Sufre con el oprimido, con él se resiste; y pide a quien corresponda el cese del dolor inútil: Tememos!/ Trememos!…Alivia-me dessa dor!/ Seca o sangue que escorre e corre…Alivia-me do grito que está preso nas entranhas! Liberta-o!…Prefiro a morte à sujeição.
Necesitada de sostén y agarradero, está dispuesta a creer. Ve un Dios inconcreto, plural, avalado por su obra y la moral del respeto generalizado: Respeitosamente espero a chuva cair…Tenho uma sede insaciável/ De Deus…/Por isso bebo a flor e o orvalho…Preces e rogos e oferendas / Para um deus pagão…Mulher peca nua,/ santamente./ Seu gozo resgata do purgatório…Visto roupas brancas e puras/ e ouço mantras transcendentais…Neste caminho que é a vida/ sou levado a buscar o nirvana,/ a estar com todos os chakras alinhados…Vou mandar rezar uma missa/ Para que me deixes descansar/ e para que também descanses…Dios está: onde se tangenciam natureza e poesía.

El paso del tiempo vacío, la temida rutina, llevan a renata Bomfim a hacer, a transformar:Assim o cotidiano invade a carne,/ um dia após o outro:mata as células, esmaga os sonhos. Mas dos dedos brotam letras/ que não se repetem jamais! Las manos, al servicio de la mente, sirven para dar vida a mosaicos y vitrales, diseñar joyas, unir pedazos de vida: Rompeu-se o que era de ouro e fino e delicado./ Brocado de oníricas texturas.., Catedral envidraçada,/ Templo óptico… ouro e mercúrio/ Amalgamado no espelho cruel de Narciso… ser fragmento/ no mosaico cósmico…
Su espacio es lugar de acogida para piedras, árboles, animales; y todos con sus derechos. Los gatos merecen poemas y dedicatorias: A Lili, Verinha, Elvira, Elvis,/Elvis Júnior e Dedo…Busco o natural/ nos escombros e resquicios/ do animal que sou… Acredito que você é um anjo/ uma gatinha-querubim./ Eu a quero pra sempre perto de mim…Amigo macio e misterioso,/ o que anima a tua essência?/ Qual motivação divina te fez assim:/ Astúcia, graça e beleza? Se considera Renata Bomfim parte de un todo universal, sufre en lo profundo el daño que la naturaleza recibe del hombre y sabe que herir a una parte es herir el todo, el hombre incluido: É obsceno produzir lixo em profusão,/ degradando a natureza. Letargia/ Consumo/ A terra agoniza,/ o gemido é visceral…De tanto arranhar a Terra e violar os Rios/ ofendendo o grande Nada.
La poetisa nacida en la Ilha de Vitória, capital de Espírito Santo, consciente de la ingrata realidad social, se ríe con las cosas más serias; y con las menos. Juega con las palabras, sonidos y significados. Mote/ o trote/ o xote/ vou seguindo/ sou essa alma que grita/ Inspirada!/ cobra pronta a dar o bote.
Humana hasta la médula y persona social, se mueve entre el temor y la esperanza, entre la aceptación de la realidad y el deseo de cambiarla: Dores e lágrimas, / medos inexplicáveis/ até mesmo da plenitude e/ da felicidade…. O homem se pega em desatino,/ a sua vida será labor e sacrificio… Sigo vencendo o medo da morte…¡Oh, Dios! ¿Qué dolor es ése que/ parte de lugar que desconozco/ y viene a alojarse aquí dentro,/ haciendo de mi pecho cuna, celda, cementerio?…Experimentei da dor, da violencia/ da solidão…da amizade e de incontáveis alegrias….E amei, amei…
Creativa inteligente, halla modo de contarnos que hasta en sus preferencias hay grados: Com Freud e Lacan, muito sexo./ Flerte com Foucault. /Com Bakhtin, pura amizade./ Mas com Jung, amor./ Com Deleuze, um chá a tarde, /Com Baudelaire, cigarro, rapé, campari./ Conselhos, tomo com o Jameson, /Mas sigo sempre as dicas do Paz./ Sedutores pirados, visionários, poetas, / Combinam bizarrices e genialidade, / Roubam meu tempo, minhas letras e /Partem falando de mim. Fica a saudade.
De cuando en cuando, nos deja unas pinceladas de su poética: Sonhei escrever um poema/ impossível, marcante e forte/ cujas letras estivessem prenhes de espírito/ a musicalidade fizesse vibrar a carne e, o metro,/ reproduzisse a perfeição do infinito…./ Mas como cantar a beleza bruta,/ que se revela apenas em lampejos?…..A natureza escreveu o meu poema:/ Traçou nas linhas da roseira/ metrificou o caminho da formiga/ e às rosas perfumadas/ foram embaladas pelo ritmo do vento…
Hay una ventana abierta en su vida que ella llama Letraefel; un diario que escribe para emocionar. En las páginas virtuales de ese blog, junto a las entregas de otros, deja retazos de sí: piel, carne y hueso arrancados de su ser más íntimo. En ellos y en sus libros de poemas se encuentra la poetisa de nervio, artista y creadora diversa.
Pieza del mosaico poético, es preciso situar a Renata Bomfim en el contexto cultural al que pertenece. La poesía en portugués, en opinión tan autorizada y experta como la del carioca universal Ivan Junqueira, es superior a la que se escribe en otras lenguas. No es sólo cuestión de lengua, aunque la lengua portuguesa, por su estructura y morfología, da facilidades a la lírica. También influye la oportunidad histórica y la trayectoria de los poetas anteriores. La pedagogía será otro elemento favorable; y el número de practicantes.
Abundan los poetas en Brasil. Mujeres y varones por igual; baste mirar la extensa nómina de poetas capixabas. El fenómeno internet y la consiguiente facilidad de publicación, permiten que el concepto de poesía se amplíe y quepan en él poemas que antes no tenían hueco. De la cantidad también proviene la calidad. Las revistas de poesía y los blog personales, están siendo promovidos por poetas que gozan de pasión poética y generosidad para con los afines. Todos los estilos, todas las tendencias y corrientes conviven. Puede apreciarse la lucha intemporal entre renovación y permanencia. La traducción a otras lenguas nunca ha sido tan dinámica. Es un fenómeno que está siendo positivo para la divulgación. Caso excepcional es la simbiosis entre la poesía en portugués y la poesía en español. Lenguas hermanas, permiten una convivencia y un trasvase inimaginable hace décadas.
Renata Bonfim es una poetisa agitada y mecida por su tiempo. Nada natural le es ajeno. Su mitología está formada por elementos del Zen, del Cristianismo y los enigmas del comportamiento humano en relación con lo intangible. Hay conocimientos, en su poesía; sentimientos, belleza y universalidad. Piedra, agua, viento, fuego: los cuatro elementos en permanente interacción. La necesidad de trascender su hit et nunc, es una constante en la obra de esta poetisa brasileña; y el fuerte deseo de alcanzar las estrellas desde las raíces de sus pies.
Su poesía bebe en El Cantar de los Cantares, en Virgilio, Horacio, Fray Luis de León, Bodelaire, Verlain y fuentes muy diversas. Sus pensamientos, sus intuiciones, ese deseo irrefrenable de ir hacia lo desconocido, se expresan mejor en lo simbólico: mosaicos circulares que tienden a la elipse sin ella saberlo, joyas que adornan mujeres de cualquier país. Siente admiración por el gran Rubén Darío: agudeza, brío, arrebato, osadía y rebelión. Admira a la valerosa, crecida y capaz Rosalía de Castro, y las coincidentes miradas sobre lo propio: tierra y gente. Ahí se encuentra con la inmediatez de Juan Ramón, la oscura acuarela de Bécquer y las soledades inconclusas de Góngora. Desea una charla imposible con Octavio Paz. Lorca le sirve de enlace con otras poesías. Los místicos la atraen: Teresa de Ávila y Juan de la Cruz. Fernando Pessoa y José Régio forman parte de sus poetas esenciales.
Referencia aparte merece la prolongada relación de Renata Bomfim con la obra de Florbela Espanca, la voz femenina más importancia de la lírica portuguesa del siglo XX, en su opinión. Orgullosa se siente la brasileña de las influencias recibidas. Seguramente es así, porque el profundo estudio y los trabajados publicados sobre la portuguesa, vida y obra, siendo causa también serán consecuencia. No obstante, es indudable que ambas mujeres coinciden en la manera de abrir camino a la feminidad, en el deseo de emancipación y en el enfrentamiento a las convenciones sociales. Y una curiosidad: fue la relación estrecha entre Florbela Espanca y Rubén Darío, lo que llevó a Renata Bomfim a la poesía del nicaragüense y a continuar la investigación sobre Florbela.
Lo ibérico, hispano y luso tan iguales y tan distintos, resulta esencial para la poetisa capixaba. Ella lo amalgama y lo funde con lo recibido, sentido y amado de los poetas brasileños: Castro Alves, Manuel Bandeira, Cecília Mireles, Drummond de Andrade, Dos Anjos, Raul Bopp, Guimarães, Coralina, Guilherme de Almeida y tantos otros. Aunque, es preciso destacar, que bebiendo en fuentes de cualquier lugar y época, no sigue corrientes establecidas ni modas temporales. Los ríos poético y artístico de la volitiva Renata Bomfim, labran su propio cauce de manera espontánea: hace ella lo que desea hacer, y va adonde, en cada momento, quiere ir.

Nenhum comentário: