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05/06/2013

Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho de 2013): tempo de reflexão...

Olá amigos internautas,
 
No DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE nos deparamos com a triste estatística do desmatamento na Mata Atlântica, ele aumentou 29% de 2011 para 2012, de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica (Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/ Inpe), e Mina Gerais foi o Estado que liderou o ranking.
Acredito que a defesa das árvores, e do meio ambiente como um todo, começa com pequenos atos, quem sabe com a separação do nosso lixo (em lixo úmido e lixo seco), ou com a defesa da árvore solitária que mora na calçada da nossa casa e abriga uma infinidade de outras criaturas...

Quero registrar minha admiração e meu respeito aos cidadão de PORTO ALEGRE que se manifestaram contra o corte das árvores da cidade, se alguns se excederam foi por pura nescessidade, pois, sabemos que quase sempre os interesses das corporações estão acima das questões ambientais. Todos somos educadores ambientais em potencial, educamos quando damos o exemplo...
 
Hoje o jornal anunciou dados que mostram que restam apenas 8% de mata atlântica no Brasil, eu acredito que seja bem menos que isso... Precisamos repensar com urgência nosso conceito de progresso e de desenvolvimento, para que a SUSTENTABILIDADE deixe de ser um conceito estéril ou um modismo, e passe a ser ética comum, algo que nos une e irmana. Precisamos procurar saber sobre a origem do nosso alimento, das nossas roupas e sapatos, e não devemos aceitar que a monocultura acabe com as matas nativas do nosso país, como é o caso do café e do eucalípto (essa desgraça verde) no meu amado  Espírito Santo (ES).
 
Acredito que o homem reconhecer a si próprio como meio ambiente é fundamental para mudanças de hábitos individuais, que se estendem para o coletivo, como por exemplo, a coleta seletiva. Bem, espero viver para ver as mudanças que, timidas, já se anunciam...

Abraços dessa amiga poeta e educadora socioambiental, e segue (com o meu carinho) uma pintura e um poeminha publicado no livro Mina. Se você curtiu clique no botão g+1.
 
 
Questões poéticas
 
Antônio, o que faço?
Colonizaram a minha bandeira.
Agora toda empresa é responsável,
toda exploração, sustentável,
toda carne, sadia,
mesmo que o bicho nasça, viva e morra
de forma miserável.

Anto, onde me encaixo?
Neste mundo, estou tão Só!
Me espanca este plágio:
“Ó dobres dos poentes às Ave-Marias!
Ó Cabo do Mundo! Moreia da Maia!
Estrada de Santiago! Sete-Estrelo!
Casas dos pobres que o luar, à noite, caia...”

E você, José, que faz versos,
que ama, protesta?
Me diz: onde está a poesia?
O verbo também
tornou-se terra pisada?
Os ritos de fecundidade,
necessários para garantir a safra
do bem-dizer, serão ainda executados?
Me diz: e agora, José?
 
(RB)

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