* Hello, my friends! welcome to letra e fel! If you like this space, please share it with your friends.
* Dzień dobry, drogi czytelniku, witaj w blogu Letra e Fel! Dziękujemy za wizytę. Jeśli nasz blog ci sie spodobał, poleć go swoim znajomym.
*!Hola! , amigo lector. Sea bienvenido y si le gustó mi blog, recoméndelo a sus amigos!
*Cher lecteur, soyez le bienvenu! Veuillez conseiller notre blog à vos amis si vous l'avez aimé. Merci beaucoup!

15/10/2013

Colóquio Internacional: A modernidade nas Literaturas Africanas em Língua Portuguesa: António Jacinto e a sua época (A memória viva na poesia de Ana Paula Tavares)

Olá amigos internautas,
é com alegria que compartilho com vocês a noticia do aceite da minha proposta de comunicação  no Colóquio Internacional: A modernidade nas Literaturas Africanas em Língua Portuguesa: António Jacinto e a sua épocaO Colóquio acontecerá nos dias 27 e 28 de novembro de 2013 na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. (site do evento). Segue o resumo da comunicação. Conto com a presença dos amigos de Lisboa. Abraços ***Renata Bomfim


A memória viva na poesia de Ana Paula Tavares

Renata Bomfim- UFES/ CAPES/ FAPES/ CNPq

A poeta e historiadora angolana Ana Paula Tavares possui uma escrita que traz no seu bojo variadas imagens da sua terra natal: costumes, sabores, cores, ritmos e sentimentos. Sua obra expõe, também, feridas provocadas por um processo histórico conturbado que fez com que, além dela, outros escritores angolanos empenhassem a pena em prol da construção de uma literatura não excludente e comprometida com a liberdade. Ana Paula Tavares cultiva a palavra, trabalha cuidadosamente a espacialização do poema, escolhe os vocábulos como quem separa sementes, desse processo criativo brotam poemas que cantam a vida, com cenas bucólicas onde encontramos o boi, o homem simples com sandálias de couro, o corpo lavrado. A poeta reflete sobre a condição feminina denunciando a escravidão cultural, a segregação étnica, seu canto também possui um erotismo premente. Mitos, ritos e valores que o mundo construído pela poesia evoca é a matéria prima que utiliza na construção de uma obra polifônica e de forte lirismo. Tomamos como suporte nesse estudo o mito, como propôs Mircea Eliade, como a “forma por excelência do pensamento e memória coletiva”; e a critica pós-colonial, que questiona a perspectiva colonialista da história, e valoriza vozes que foram durante muito tempo esquecidas. Como bem disse Frantz Fanon, o escritor que escreve para o seu povo deve utilizar o passado com o propósito de “abrir o futuro, convidar a ação, fundar a esperança”. Amparada nas palavras de Fanon, e a partir dos arcabouços apresentados, propomos a analisar a memória viva na poesia de Ana Paula Tavares.


Palavras-chave: Mito, Pós-colonialismo, Poesia, Ana Paula Tavares
Ana Paula Tavares e Renata Bomfim

Participação na mesa sobre a poesia de Ana Paula Tavares

Um comentário:

Luiz Bittencourt disse...

PARABÉNS RENATA POR MAIS ESTA CONQUISTA QUE É FRUTO DA DEDICAÇÃO DE MUITOS ESTUDOS , PESQUISA E AMOR À LITERATURA E A LÍNGUA PORTUGUESA. O SEU RECONHECIMENTO PELO TRABALHO QUE VEM REALIZANDO É UM GRANDE ORGULHO PARA MIM TAMBÉM.
COM MUITAS SAUDADES SEMPRE TE DESEJO SUCESSO.
UM FORTE ABRAÇO E BEIJOS
LUIZ BITTENCOURT